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Maria Alves é entrevistada em matéria sobre autoestima
da Redação

A Profª Drª. Maria Alves de Toledo Bruns, especialista em Sexualidade Humana, conversou com a reportagem do jornal "Mais Expressão" sobre o aumento da autoestima como mola propulsora dos casamentos. "Os ingredientes para aquecer um relacionamento são: diálogo, admiração, confiança, disponibilidade de tempo, erotismo e criatividade”, afirma Bruns. (leia mais)

Sexualidade para cegos pode ser tão bela quanto para videntes: especialista orienta pais em livro
A inclusão social de portadores de deficiência tem sido cada vez mais colocada em discussão, das universidades às esferas de administração pública. Entretanto, de acordo com Maria Alves de Toledo Bruns, especialista em Sexualidade Humana e doutora em Psicologia Educacional pela Unicamp, apesar de haver políticas de inclusão social, ainda falta conscientização da sociedade como um todo para lidar com essa realidade. Entrevista do caderno "Mais!" do jornal Folha da Cidade, de Tietê (SP), publicada no dia 04 de abril de 2008.
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Jovem vive em mundo irreal, diz pesquisadora
Em entrevista concedida ao site Terra, a pesquisadora Maria Alves de Toledo Bruns disse que, em consequência da falta de comunicação dentro das famílias, os jovens buscam informações em mídias virtuais, o que resulta no empobrecimento das relações afetivas.

Quinta,22 de fevereiro de 2007, 18h18

Um estudo feito nos Estados Unidos revela que a sexualização de jovens na mídia afeta a saúde mental de meninas adolescentes. E pode levar a perda de auto-estima, depressão e anorexia. Para Maria Alves de Toledo Bruns, pesquisadora em Sexualidade Humana da USP de Ribeirão Preto, a mídia apenas potencializa o que acontece na sociedade. No mundo atual, diz ela, os laços familiares estão muito frágeis e isso causa uma ausência muito grande de comunicação.

A falta de diálogo na família e de uma discussão maior sobre sexualidade nas escolas leva os jovens a buscar informações que muitas vezes não são reais, fala a pesquisadora. "A exposição desde uma tenra idade a cenas de sexo e violência afeta a construção psíquica da pessoa". E poderá ter conseqüências no modo de ser de jovens e adultos. "Tem de existir uma dosagem". O jovem é uma presa fácil desse sistema, alerta a psicanalista. "Vai depender muito do meio em que ele é educado, do quanto é amado e qual o sentido da vida que a família passa ele". É preciso monitorar a qualidade do que o filho está vendo. As crianças têm de ter uma visão mais crítica do que estão assistindo, diz ela. A comunicação virtual empobrece as relações afetivas.

"É preciso conversar". Senão, vamos nos tornando doentes, conclui ela.

Fonte: http://multimidia.terra.com.br/imprime/0,,OI90293-EI8265,00.html