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O debate contra a homofobia precisa começar
na infância"
Pesquisadora defende ainda que universidade
inclua disciplinas que preparem os futuros
professores
reprodução A Gazeta
"A intolerância
existe no mundo inteiro. Mas acredito que o
preconceito ainda vai acabar", defende a
doutora e pesquisadora Maria Alves Bruns,
líder do Grupo de Pesquisa Sexualidade Vida,
da Universidade de São Paulo (USP), em
Ribeirão Preto, em entrevista para A GAZETA.
Pesquisadora há 20 anos sobre a vida sexual
de homens e de mulheres, ela vê as reações
políticas contrárias aos direitos dos
homossexuais, além da morte de uma
adolescente lésbica, nesta semana, como
situações explosivas que acontecem num
período onde o pensamento antes dominante
está sendo superado. "O mundo mudou. O
pensamento machista caiu, enquanto a
aceitação pelo diferente está maior",
defende Bruns.
Para ela, o kit contra a homofobia, que será
entregue às escolas estaduais, pelo MEC, é
um exemplo de que o Estado pode mudar. "Mas
temos muito o que avançar. As discussões
devem começar já na infância", pontua a
pesquisadora. Acesse a página da matéria
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